pet

Gato com FeLV pode tomar vacina ou é arriscado?

Imagem destacada de Gato pode comer atum natural? Será que é liberado?

[ad_1]

Tempo de leitura: 4 minutos

Resposta rapida

Gato com FeLV pode tomar vacina ou é arriscado?: Para Gato com FeLV pode tomar vacina ou é arriscado?, confira sinais, ambiente, rotina e cuidados preventivos, buscando apoio veterinario quando houver sintoma persistente.

Resumo em tabela

Aspecto Como aplicar Por que importa
Observacao Acompanhe comportamento, apetite, pele, pelos e energia. Mudancas podem indicar necessidade de cuidado.
Ambiente Organize espaco, rotina, higiene e seguranca. Reduz estresse e acidentes.
Prevencao Mantenha vacinas, vermifugacao e visitas ao veterinario em dia. Evita problemas recorrentes.
Alerta Procure veterinario em sintomas intensos ou persistentes. Conteudo informativo nao substitui atendimento.

A FeLV é uma doença crônica e debilitante que deixa o animal enfraquecido e sujeito a infecções. Sendo assim, uma dúvida muito comum do tutor é se o gato com FeLV pode tomar vacina.

Gato deitado na grama.

O que é FeLV?

FeLV é a sigla em inglês para Feline Leukemia Virus. Em português, o nome da enfermidade é vírus da leucemia felina. Como ele sugere, é uma doença causada por um vírus que afeta tanto os gatos domésticos quanto os selvagens.

Fatores de risco

O grupo de animais de risco para o vírus da leucemia felina são todos osSaúde animal – gov.br que têm acesso à rua e felinos jovens sem raça definida que não foram castrados, ficando em contato constante com o agente viral.

Transmissão e fases da doença

A transmissão do vírus ocorre pelo contato com secreções, como saliva, urina, fezes e leite do felino contaminado. Por isso, gatos com FeLV não podem ficar próximos de animais saudáveis. Mesmo que eles não briguem, o compartilhamento de potes e caixas de areia é fator de risco.

Quando o gato saudável entra em contato com o vírus, o corpo dele pode reagir de quatro formas diferentes, que recebem o nome de infecção abortiva, infecção regressiva, infecção latente e infecção atípica.

Infecção abortiva

O vírus entra no corpo do bichano e invade o tecido linfoide da nasofaringe e os linfonodos dessa região. Então, o pet consegue desenvolver uma imunidade contra o vírus e reprime a infecção. Cerca de um terço dos animais infectados apresentam esse tipo.

De três a seis semanas, o vírus é detectável. Após esse período, ele é completamente eliminado. Caso o bichano faça o primeiro exame e o resultado seja positivo, a recomendação é repetir o teste depois do tempo indicado para verificar se ele eliminou o agente infeccioso.

Infecção progressiva

Esta infecção é determinada por uma ineficiência do sistema imunológico do bichinho. O vírus consegue se propagar e invadir a medula óssea. Ele adentra as mucosas e vira grande fonte de infecção para os gatos sadios.

Esses gatos eliminam o vírus durante toda a vida. Também são incapazes de produzir anticorpos contra o agente. Por isso, geralmente desenvolvem as doenças associadas ao patógeno, diminuindo drasticamente a expectativa de vida.

Gato deitado no sofá.

Infecção regressiva

Após o vírus entrar no corpo do gato e atingir a medula óssea, o bichano consegue combater a viremia, mas o DNA do agente fica presente nas células da medula. Assim, o felino fica infectado por toda a vida.

Os animais com infecção regressiva podem ou não desenvolver enfermidades relacionadas à FeLV. Porém, o mais comum é isso não acontecer. No entanto, a reativação viral pode acontecer, principalmente nos gatos imunossuprimidos ou nas fêmeas em período deSaúde animal – gov.br ou lactação.

Infecção atípica

Ela recebe esse nome por se tratar de uma infecção diferente e restrita a alguns órgãos, como glândulas mamárias, olhos, linfonodos, bexiga ou intestino delgado. Embora a área de ação do vírus seja reduzida, esses gatos ainda podem infectar outros.

Os sintomas da FeLV são variados e mudam conforme o tecido infectado. Porém, pode ocorrer o surgimento de tumores, imunossupressão e supressão da medula óssea, perda de peso progressiva e doenças secundárias devido aos problemas imunológicos.

Como a FeLV é uma doença de muitas facetas e diagnóstico difícil (devido às diversas formas de infecção) a recomendação é que todo gato seja testado e siga com o protocolo vacinal caso o resultado seja negativo. Já animais positivados podem receber as vacinas para gatos, mas não qualquer uma.

Vacina para gatos com FeLV

A vacinação dos gatos faz parte dos cuidados que o tutor deve ter com o bichano. Então, saber se gato com Felv pode tomar vacina é importante para realizar o manejo correto do pet.

O gato com FeLV pode tomar vacina, mas não qualquer uma. Existem três tipos de imunizações básicas para felinos, além da antirrábica. A vacinação contra a raiva é obrigatória por lei. As demais devem ser escolhidas segundo as necessidades e o estilo de vida do pet.

Uma dessas vacinas é a chamada quíntupla. Ela previne contra rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia, clamidiose e vírus da leucemia felina.

Porém, o gato com FeLV pode tomar vacina tríplice ou quádrupla. A escolha de qual vai ser aplicada no bichano é uma decisão do médico-veterinário, que vai considerar o risco ao qual o gato pode estar exposto.

Associação da FIV com a FeLV

A FIV é outra doença viral muito diagnosticada nos gatos do grupo de risco da FeLV. Por isso, não é incomum que FIV e FeLV estejam associadas. A FIV é conhecida como AIDS Felina e possui semelhança com a doença que atinge o ser humano. Então, assim como a FeLV, ela é imunodepressora.

Gato deitado olhando para a foto.

Já que essa é uma doença debilitante, é importante para o tutor saber que o gato com FeLV pode tomar vacina para mantê-lo longe de outros problemas. Nas lojas daSaúde animal – gov.br, temos clínicas veterinárias capacitadas para atender seu bichano. Venha nos conhecer!

[ad_2]

Saúde animal – gov.br

Perguntas frequentes

Quando devo procurar um veterinario?

Procure atendimento quando houver dor, apatia, falta de apetite, vomitos, diarreia, dificuldade respiratoria ou qualquer sintoma persistente.

Posso adaptar as dicas para qualquer animal?

Nem sempre. Porte, idade, especie, historico de saude e rotina mudam os cuidados necessarios.

Este conteudo substitui consulta?

Nao. O conteudo e informativo e deve apoiar, nao substituir, avaliacao veterinaria.

Leia tambem

Sobre o Autor

GSA
GSA

0 Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Solicitar exportação de dados

Use este formulário para solicitar uma cópia de seus dados neste site.

Solicitar a remoção de dados

Use este formulário para solicitar a remoção de seus dados neste site.

Solicitar retificação de dados

Use este formulário para solicitar a retificação de seus dados neste site.

Solicitar cancelamento de inscrição

Use este formulário para solicitar o cancelamento da inscrição do seu e-mail.